O dilema da publicidade infantil

Por Carolina Saboia

Publicidade infantil consiste em uma estratégia de venda de produtos e serviços voltados para o público infantil. Apesar de a criança não ter diretamente o poder de compra, algumas pesquisas indicam que elas exercem influência sobre as escolhas dos seus pais. Segundo estudo realizado pelo Instituto Alana – organização sem fins lucrativos sediada em São Paulo –, essa influência pode chegar a 80% das compras do lar.

No Brasil não existe uma legislação específica para a publicidade de produtos infantis, existem apenas algumas normas do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

Todavia, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 5.921/2001, de autoria do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), com o objetivo de proibir a publicidade destinada a vender produtos infantis.

A proposta é criticada por segmentos sociais que consideram inadequada a interferência do Estado nesse tema. Synésio Batista da Costa, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), afirma que são as mães que compram 70% dos brinquedos no Brasil. “A mãe sabe muito bem o que está fazendo. Eu prefiro confiar na mãe do que na ação do Estado para regular o que a família deve fazer. Eu prefiro o respeito à família brasileira”, destacou.

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